terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Thoughts...

Hoje me vieram uns pensamentos que resolvi compartilhar aqui:
1) Ter atitude é tê-la o tempo todo.
2) Respeito, confiança, credibilidade, amizade não se impõe, se conquista.
3) Vamos até onde queremos e não até onde achamos que podemos.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Terceiromundismo: Caso do metrô

Esse é um tema que daria vários posts. Não por criticar países de terceiro mundo -- até porque vivo em um e que atualmente são chamados (e quero crer) de países emergentes --, mas por mostrar a realidade de como a cultura influencia as atitudes das pessoas que neles vivem.

Um caso recente que observei, e que na minha opinião tem a ver com essa influência da cultura terceiromundista, foi uma amiga me dizer que passou por uma situação embaraçosa. Certo dia chegou à estação de metrô para ir trabalhar quando viu que não tinha nem bilhete nem dinheiro. Voltar pra casa não era uma saída cogitável. Resolveu, então, tentar uma alternativa considerada pra muitos absurda: foi pedir para passar de graça. Se sentiu envergonhada, pois onde já se viu uma moça de família e trabalhadora pedir pra passar de graça?!

Pois bem, qual o problema? De fato as pessoas devem pensar que sua reação, de se sentir envergonhada, foi normal. Concordo em parte. Normal para a nossa realidade.

Vivemos num país em que um quer tirar vantagem do outro, o tempo todo. Talvez eu não devesse generalizar tanto assim, mas é o que percebo ao viver dentro deste mundo. Lembram da "Lei de Gerson"? Muitos não devem lembrar, mas já dá pra sacar o que ela prega, certo?

Assim, tendo em vista que esta é uma premissa já enraizada nas nossas cabeças, é natural a pessoa que está recebendo o pedido hesitar e se perguntar se quem o faz está agindo de boa-fé ou não. Como responder a essa pergunta? Tentando confiar na índole, na ética das pessoas. E é exatamente nesta natural confiança que os "espertinhos" se apoiam, tiram proveito, pois sabem que muito provavelmente a pessoa cederá. E aí entramos num ciclo que, pelo que vejo, só tende a piorar.

Não quero entrar em detalhe quanto aos "espertinhos", pois terei que falar sobre estelionatários, o que também daria outro post.

O que queria externar aqui era essa sensação de que nunca venceremos essas barreiras, barreiras culturais, barreiras éticas, e que isso atrapalhará, e muito, a evolução do nosso povo, conseqüentemente, do nosso país.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Novo Nome: Papel de Blog

Escrevendo o post anterior (e talvez por hoje ser lua cheia, seguindo as crenças de um grande amigo), resolvi mudar o nome do blog.

O novo nome será "Papel de Blog".

Todo mundo usa a expressão "Botar no papel", usa também a expressão "Papel de Pão", junta tudo e dá o novo nome.

É isso! That's it! Papel de Blog.


(Obs: o endereço permanecerá o mesmo até eu achar que já dá pra mudar...)

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Decisões

As pessoas prezam pela liberdade. Falam de livre-arbítrio. A ferramenta que nos foi dada para exercermos isso chama-se Decisão. Algumas pessoas até se assustam com ela. Outras fingem que ela não existe.

É clichê falar que o tempo todo tomamos decisões. Não que não seja verdade, mas não é dessas que estou falando. Falo daquelas que hesitamos, que pensamos muito antes de tomá-las, que consomem tempo e energia e que muitas vezes são árduas.

Alguns exemplos são: decidir trocar de emprego quando este já não está satisfatório; decidir fazer algo, seja um esporte, uma viagem ou uma atividade, não aprovado por todos; decidir encerrar um relacionamento; decidir abrir mão de algo que gosta muito, mas que por algum motivo vai contra seus princípios; decidir mudar de estado/país; decidir levar para frente um conselho recebido; etc.

O que faz essas decisões serem tão difíceis?

O que enxergo é que, em sua grande maioria, essas decisões estão diretamente ligadas ao rumo que damos às nossas vidas, e é aí que entra nossa preocupação tão grande, grande que se assemelha ao medo, medo de errar, de se tomar a decisão equivocada e assim perder o controle das conseqüências, sem, muitas vezes, poder voltar atrás.

Mas... como poderemos saber se era a decisão certa ou a errada se não a tomarmos?

Seguramente, apenas saberemos se a tomarmos. No entanto, assim como em qualquer outra situação em que há riscos, o que devemos fazer é minimizar ao máximo o risco de falha, de arrependimento, de frustração. E isso apenas conseguiremos refletindo sobre os compensadores, sobre as trocas que serão feitas e sobre as conseqüências da mudança, da decisão. (Vejam que a dica é simples, mas não custa nada botá-la no papel). Porém, é neste ponto que entra o conflito entre o racional e o emocional. Para uns, é tão fácil ser racional. Para outros, o lado emocional é tão pesado que os impede de tomar a decisão.

E então, o que temos que fazer? Como escapamos de sermos dominados pelo lado emocional sem nos transformarmos numa pessoa fria e insensível?

...

Já conheci pessoas racionais demais. Ao mesmo tempo que conheci pessoas emocionais demais. Mas o interessante é que pude comprovar que este conflito atinge mesmo os mais racionais, pois no fundo, o que fala mais alto é o respeito, a consideração pelas pessoas, a consciência sobre as conseqüências e a auto-proteção.

Desejo sorte e muita reflexão na sua próxima grande decisão.

That's it!