No mais recente livro de Luis Fernando Veríssimo, entitulado "O mundo é bárbaro e o que nós temos a ver com isso", a introdução do primeiro capítulo muito me fez rir, aliás, pensar. :)
Compartilho aqui este trecho:
"No filme O Exterminador do Futuro, um schwarzenegger é mandado ao passado para matar a mãe de um líder revolucionário que está incomodando o governo. Matar o inimigo pela raiz, por assim dizer. A lógica é inatacável: se não nascer no passado, o problema não existirá no futuro. Muita gente já deve ter imaginado o que faria se tivesse o mesmo poder de voltar atrás para alterar um detalhe, refazer uma escolha, corrigir uma bobagem e mudar a sua vida. Há quem diga que a primeira tarefa do hipotético exterminador deveria ser voltar 508 anos, se postar na praia e, à aproximação dos barcos de Cabral, começar a agitar os braços e gritar "-Não! Não!"."
Montei a imagem abaixo para tentar ilustrar como seria tal cena, caso isso tivesse acontecido.
(hehehe...)
Não expressarei opiniões ou comentários. Estou apenas compartilhando.
No entanto, é no mínimo interessante imaginarmos como seria se não tivessem sido os portugueses...
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
Precisa disso mesmo???
Quem não viu a capa da Veja deste domingo?
Mais um caso público de uso de drogas. Claro que uso abusivo, senão não seria capa (pelo menos não ainda).
Falta de informação não é, certo? Por mais que as novelas evitem falar desse tema, há programas especiais, notícias e até filmes, sem falar da obviedade que já se vê no próprio nome desse troço: droga.
Realmente, cada ser humano é único. Cada um com suas vontades, objetivos, atitudes, reações. Mais ou menos como falei num outro post, em que tudo isso é fruto do nosso desenvolvimento até aqui. Mas em relação às drogas, que mais falta pras pessoas saberem que "não faz bem"???
Existem várias fugas. Várias formas de se botar pra fora algo que lhe incomoda. Várias formas de se digerir assuntos difíceis ou indesejáveis. Um exemplo? escreve um blog. Outro exemplo? fale com um amgio. Outro ainda? pratique esporte, mas não dar uma corridinha no parque, e sim praticar esporte radical. Pelo menos é assim que boa parte da população de cidades como São Paulo tem feito hoje em dia.
Uma questão que já surge é: os artistas são mais suscetíveis ao uso de drogas ou apenas ficamos sabendo desses casos porque são artistas e a mídia não sai da cola deles?
O ponto é: apesar de saberem que faz mal, vicia e tem, na maioria das vezes, um fim trágico, por que ainda as pessoas que, aparentemente, não têm motivo para ir atrás de algo tão atroz como esse, acabam sucumbindo?
Fraqueza? Má influência? Falta de opção? Curiosidade? Auto-afirmação? (nem vou citar falta de informação e não preciso dizer porquê).
O que mais me parece é que esses caras têm tudo o que querem (dinheiro, fama, mulheres, amigos (seja por interesse ou não)), mas, como já é da natureza humana, que o homem nunca está satisfeito, procuram algo diferente. Mas PQP, precisa ser droga? Não dá pra fazer um esporte? Vai pra balada e bebe todas! Faça isso quantas vezes precisar! No dia seguinte "cê tá bão de novo"!
Sim, acho desnecessário e facilmente substituível. Exatamente como acho o cigarro desnecessário e substituível, mas não vou entrar em detalhes neste post.
That's it!
Mais um caso público de uso de drogas. Claro que uso abusivo, senão não seria capa (pelo menos não ainda).
Falta de informação não é, certo? Por mais que as novelas evitem falar desse tema, há programas especiais, notícias e até filmes, sem falar da obviedade que já se vê no próprio nome desse troço: droga.
Realmente, cada ser humano é único. Cada um com suas vontades, objetivos, atitudes, reações. Mais ou menos como falei num outro post, em que tudo isso é fruto do nosso desenvolvimento até aqui. Mas em relação às drogas, que mais falta pras pessoas saberem que "não faz bem"???
Existem várias fugas. Várias formas de se botar pra fora algo que lhe incomoda. Várias formas de se digerir assuntos difíceis ou indesejáveis. Um exemplo? escreve um blog. Outro exemplo? fale com um amgio. Outro ainda? pratique esporte, mas não dar uma corridinha no parque, e sim praticar esporte radical. Pelo menos é assim que boa parte da população de cidades como São Paulo tem feito hoje em dia.
Uma questão que já surge é: os artistas são mais suscetíveis ao uso de drogas ou apenas ficamos sabendo desses casos porque são artistas e a mídia não sai da cola deles?
O ponto é: apesar de saberem que faz mal, vicia e tem, na maioria das vezes, um fim trágico, por que ainda as pessoas que, aparentemente, não têm motivo para ir atrás de algo tão atroz como esse, acabam sucumbindo?
Fraqueza? Má influência? Falta de opção? Curiosidade? Auto-afirmação? (nem vou citar falta de informação e não preciso dizer porquê).
O que mais me parece é que esses caras têm tudo o que querem (dinheiro, fama, mulheres, amigos (seja por interesse ou não)), mas, como já é da natureza humana, que o homem nunca está satisfeito, procuram algo diferente. Mas PQP, precisa ser droga? Não dá pra fazer um esporte? Vai pra balada e bebe todas! Faça isso quantas vezes precisar! No dia seguinte "cê tá bão de novo"!
Sim, acho desnecessário e facilmente substituível. Exatamente como acho o cigarro desnecessário e substituível, mas não vou entrar em detalhes neste post.
That's it!
domingo, 9 de novembro de 2008
Divisões naturais, talvez desnecessárias...
Esse assunto já me fez pensar muitas vezes e hoje me peguei pensando nele, mais uma vez.
Todos temos características pessoais, óbvio, sendo que parte delas nós aprendemos com a família, parte com o mundo lá fora e a outra parte desenvolvemos sozinhos, com base no que vivenciamos, experimentamos. Há quem diga que parte delas já nascemos com. Pode ser. Não falarei dessa parte com convicção, pois não sei tão bem o quanto nossos genes, dna, etc influenciam nas nossas atitudes. Atitudes porque tudo o que disse até agora é 100% refletido nas nossas atitudes. E então, nossas atitudes mostram 100% dos nossos valores, que é na verdade a consolidação dessas 3 partes. Ética segue o mesmo raciocínio. Você é ou não é ético. Ser ético é ser consistente, e nada diferente disso. Há todavia uma diferença entre ética e valores: valores todos temos. Cada um constrói, forma, desenvolve, aprimora os seus, da forma que achar mais correta.
O que "pega" é na hora de externá-los (se bem que normalmente as pessoas não prestam atenção a isso), pois é nesse momento que nos expomos, que "mostramos quem realmente somos" (entre áspas apenas para destacar, pois muitos usam essa frase/expressão). E é aí que começam as divisões, sejam elas por interesse (ou falta de), por inveja, por diferenças sociais (financeira, raça, sucesso profissional, posses materiais)... E tudo isso é totalmente natural. A sociedade funciona assim.
Pra mim, mesmo sabendo que há essas divisões naturais, alguns outros fatores deveriam ser prioridade, evitando que a divisão aconteça em certos casos. Como exemplo, em uma situação em que o interesse poderia causar um divisão, mas você vê que isso vai contra seus valores. Outro exemplo é quando uma divisão dessas pode causar mal ao outro.
Qual o limite da divisão? Quando devemos deixá-la acontecer e quando devemos simplesmente evitá-la? Será que sempre devemos agir racionalmente ou dá pra abrir mão da nossa vaidade de vez em quando? O quanto deixaremos de ganhar ou de aprender quando permitimos que uma divisão aconteça? Essa última talvez eu consiga responder: na nossa cabeça não perderemos nada, senão naturalmente não a deixaríamos acontecer.
PS: Houve uma carga extra de relaxamento ao escrever esse post ao som de Buddha Bar.
Todos temos características pessoais, óbvio, sendo que parte delas nós aprendemos com a família, parte com o mundo lá fora e a outra parte desenvolvemos sozinhos, com base no que vivenciamos, experimentamos. Há quem diga que parte delas já nascemos com. Pode ser. Não falarei dessa parte com convicção, pois não sei tão bem o quanto nossos genes, dna, etc influenciam nas nossas atitudes. Atitudes porque tudo o que disse até agora é 100% refletido nas nossas atitudes. E então, nossas atitudes mostram 100% dos nossos valores, que é na verdade a consolidação dessas 3 partes. Ética segue o mesmo raciocínio. Você é ou não é ético. Ser ético é ser consistente, e nada diferente disso. Há todavia uma diferença entre ética e valores: valores todos temos. Cada um constrói, forma, desenvolve, aprimora os seus, da forma que achar mais correta.
O que "pega" é na hora de externá-los (se bem que normalmente as pessoas não prestam atenção a isso), pois é nesse momento que nos expomos, que "mostramos quem realmente somos" (entre áspas apenas para destacar, pois muitos usam essa frase/expressão). E é aí que começam as divisões, sejam elas por interesse (ou falta de), por inveja, por diferenças sociais (financeira, raça, sucesso profissional, posses materiais)... E tudo isso é totalmente natural. A sociedade funciona assim.
Pra mim, mesmo sabendo que há essas divisões naturais, alguns outros fatores deveriam ser prioridade, evitando que a divisão aconteça em certos casos. Como exemplo, em uma situação em que o interesse poderia causar um divisão, mas você vê que isso vai contra seus valores. Outro exemplo é quando uma divisão dessas pode causar mal ao outro.
Qual o limite da divisão? Quando devemos deixá-la acontecer e quando devemos simplesmente evitá-la? Será que sempre devemos agir racionalmente ou dá pra abrir mão da nossa vaidade de vez em quando? O quanto deixaremos de ganhar ou de aprender quando permitimos que uma divisão aconteça? Essa última talvez eu consiga responder: na nossa cabeça não perderemos nada, senão naturalmente não a deixaríamos acontecer.
PS: Houve uma carga extra de relaxamento ao escrever esse post ao som de Buddha Bar.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
É... meu primeiro post.
Atitude. Finalmente parei mais uma vez pra fazer algo pra mim: Criei meu blog. Blog. Curioso como me interessei por isso de um tempo pra cá. Ter o meu, meu espaço, espaço das minhas idéias. Veremos como ficará. Usam blog pra tanta coisa... usarei pra colocar no "papel" pelo menos uma parte do que passa, do que sempre passa, pela minha cabeça pensante. Pensante? Nossa, às vezes sinto o turbilhão de pensamentos raciocinados, sincronizados e que entram num ciclo recursivo, respondendo instantaneamente aos estímulos externos daquele momento. A próxima frase seria algo falando sobre pensar demais, mas aí caímos num dos pontos usados por aqueles que querem sempre criticar o que se está a fazer. Por exemplo: "... pensar demais? Demais em relação ao quê?". Aliás, será que alguém já parou pra pensar na diferença entre "muito" e "demais"? Os dois são bastante, mas "demais" me soa pejorativo, ruim. Pensar demais. Todo mundo pensa bastante, mas demais atrapalha. Ok. Voltando ao que poderei escrever aqui, além desses pensamentos, quiçá coisas sobre as coisas que tenho aprendido, que tenho vivenciado, que tenho experimentado... (humm, tá ficando interessante esse negócio de blog).
Legal. Conteúdo parece que vai ter. Agora o nome. O nome!! Hahaha... Portugueses, Argentinos, Espanóis, estes costumam traduzir tudo o que vêem em inglês. Mas brasileiro tem sempre essa mania de escrever ou falar termos e expressões em outras línguas. As mais usadas: Inglês e Latim. Nossa, usavam latim quando minha mãe era criança e ia à igreja. É, missa em latim com o padre de costas para todos. E hoje em dia no ambiente corporativo? Como usam expressões em latim! Sem falar, claro, da mais famosa expressão adorada por praticamente todo mundo que quer falar bonito: o gerundismo. Bom, cedi à mania, à moda e escrevi em inglês (não ao gerundismo) o nome do blog. Foi o que me veio. Agora quem não lembra dos Looney Tunes quando lê "that's it"... um curto derivado de "that's all folks!".
É isso! That's it! O primeiro post.
Legal. Conteúdo parece que vai ter. Agora o nome. O nome!! Hahaha... Portugueses, Argentinos, Espanóis, estes costumam traduzir tudo o que vêem em inglês. Mas brasileiro tem sempre essa mania de escrever ou falar termos e expressões em outras línguas. As mais usadas: Inglês e Latim. Nossa, usavam latim quando minha mãe era criança e ia à igreja. É, missa em latim com o padre de costas para todos. E hoje em dia no ambiente corporativo? Como usam expressões em latim! Sem falar, claro, da mais famosa expressão adorada por praticamente todo mundo que quer falar bonito: o gerundismo. Bom, cedi à mania, à moda e escrevi em inglês (não ao gerundismo) o nome do blog. Foi o que me veio. Agora quem não lembra dos Looney Tunes quando lê "that's it"... um curto derivado de "that's all folks!".
É isso! That's it! O primeiro post.
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