Esse assunto já me fez pensar muitas vezes e hoje me peguei pensando nele, mais uma vez.
Todos temos características pessoais, óbvio, sendo que parte delas nós aprendemos com a família, parte com o mundo lá fora e a outra parte desenvolvemos sozinhos, com base no que vivenciamos, experimentamos. Há quem diga que parte delas já nascemos com. Pode ser. Não falarei dessa parte com convicção, pois não sei tão bem o quanto nossos genes, dna, etc influenciam nas nossas atitudes. Atitudes porque tudo o que disse até agora é 100% refletido nas nossas atitudes. E então, nossas atitudes mostram 100% dos nossos valores, que é na verdade a consolidação dessas 3 partes. Ética segue o mesmo raciocínio. Você é ou não é ético. Ser ético é ser consistente, e nada diferente disso. Há todavia uma diferença entre ética e valores: valores todos temos. Cada um constrói, forma, desenvolve, aprimora os seus, da forma que achar mais correta.
O que "pega" é na hora de externá-los (se bem que normalmente as pessoas não prestam atenção a isso), pois é nesse momento que nos expomos, que "mostramos quem realmente somos" (entre áspas apenas para destacar, pois muitos usam essa frase/expressão). E é aí que começam as divisões, sejam elas por interesse (ou falta de), por inveja, por diferenças sociais (financeira, raça, sucesso profissional, posses materiais)... E tudo isso é totalmente natural. A sociedade funciona assim.
Pra mim, mesmo sabendo que há essas divisões naturais, alguns outros fatores deveriam ser prioridade, evitando que a divisão aconteça em certos casos. Como exemplo, em uma situação em que o interesse poderia causar um divisão, mas você vê que isso vai contra seus valores. Outro exemplo é quando uma divisão dessas pode causar mal ao outro.
Qual o limite da divisão? Quando devemos deixá-la acontecer e quando devemos simplesmente evitá-la? Será que sempre devemos agir racionalmente ou dá pra abrir mão da nossa vaidade de vez em quando? O quanto deixaremos de ganhar ou de aprender quando permitimos que uma divisão aconteça? Essa última talvez eu consiga responder: na nossa cabeça não perderemos nada, senão naturalmente não a deixaríamos acontecer.
PS: Houve uma carga extra de relaxamento ao escrever esse post ao som de Buddha Bar.
Q assunto complexo.
ResponderExcluirQdo a razão deve falar mais alto?
Será que iremos nos arrepender do q temos vontade, mas nosso consciente não deixa?
Não deixa pois vai contra nossos principios.
Não sei, as vezes acho que devemos tentar tudo até a ultima gota, pois se a vontade nos faz mais feliz, talvez seja válido.
Tudo é uma questão de balança, contra propor aquilo que causará o efeito.. Qual o efeito? Perguntas às vezes nos faz bem pra escolher e por nesta "balança": É simples capricho? Será
que a atitude tomada fará que eu me arrependa? ou não fazer me arrependerei mais?
Enfim.. complexo.. rs
Fê, to adorando ler as coisas q vc escreve!!! Me fez pensar tb.
Beijossssssss