
Intriga-me o fato de que, mesmo nos tempos atuais, -- em que fala-se muito sobre sustentabilidade, ética, educação, mundo melhor para todos, o qual o Homem está destruindo -- há ainda pessoas que jogam coisas ao chão ou pela janela do carro.
Essa é uma atitude ínfima se comparada ao que cada um poderia contribuir com o mundo, mas por que não começar pelas coisas pequenas?
Alguém já parou pra pensar em quantas bitucas de cigarro são jogadas ao chão apenas na hora do almoço na Av. Paulista? Melhor não perder tempo com isso, a não ser que vc possua um supercomputador em casa que te auxilie nessa estimativa.
Chiclete não tem problema? É, por um lado, biologicamente explicado, este quase se desintegraria, digamos, na 3a chuva. Por outro, vai deixar mais uma daquelas marcas circulares, que vemos se confundindo com o contorno do estado pintado nos ladrilhos das principais calçadas da cidade. (Ao menos vamos torcer para o chiclete cair na parte escura.)
Outro ponto que tampouco entendo é que ainda há pessoas que preferem usar mangueira d'água a uma vassoura. É, vai ver as vassouras estão caras demais. Afinal, o mercado de vassouras foi um dos mais afetados pela crise, esta que explica tantos problemas dos últimos meses como nada antes explicava. Este por exemplo. Tsc tsc.
Ainda na escolinha, uma professora me ensinou que quando visse alguém jogar um papel ao chão eu deveria pegá-lo, entregá-lo de volta à pessoa e dizer: "- Olhe, vc deixou cair!". Nunca tentei. Será que teria funcionado? Será que todas as professoras de escolinha ensinam isso?
Mas o pior de tudo mesmo é ver a imundice que são os banheiros públicos. Sejam aqueles nas ruas (sem chance!) ou mesmo os de baladas caras. Ah, esses não ficam para trás. Mas paro e penso: Será que essas pessoas fazem isso em seus lares, doces lares?
Pois é, chegamos ao ponto-chave: Qual a diferença entre nossa casa e a rua? Bom, pra mim não deveria existir, quando falamos de modos, mas existe e tem váaarias justificativas, todas (cada um com suas) verdadeiras.
Oi, Fernando!
ResponderExcluirMuito bom o teu texto. Parabéns! Agradeço a visita e a postagem nas Imagens Imaginadas. De fato, encontrar a geografia do estado de SP no desenho dos ladrilhos de suas calçadas é algo que tem lá sua poesia, daí a idéia da foto.
Um abraço aqui de Porto Alegre!
Maristela
Infelizmente isso é uma grande verdade...
ResponderExcluirHoje mesmo, quando eu estava vindo trabalhar, pensei nesse assunto pois vi um cara jogando uma bituca de cigarro no chão como se fosse a coisa mais natural do mundo. É um absurdo! Mas acontece todos os dias, a cada segundo...
Eu nunca tentei, mas meu pai é bem 'cara-de-pau' e as vezes faz isso de devolver pra pessoa que jogou, ou dizer: "que coisa feia!" e pelo menos pra aquele momento resolve porque a pessoa fica com vergonha e sem saber o que fazer e pega de volta. Agora se ela lembrará disso na próxima vez... Não sei... Mas isso são coisas que se aprende em casa e na escola sim. Pena é que as pessoas não andam dando mais atenção pra isso.
Karin
Existem vários tipos de lixo.
ResponderExcluirO Lixo que as pessoas jogam na rua. Esse é o caso mais leve.
O Lixo que as fábricas despejam nos rios.
O Lixo eletrônico gerado por nós. (baterias e afins)
que geralmente não sabemos onde vai parar.
Será que uma boa educação resolveria tudo isso ? ou uma multa do governo precisaria ser aplicada a população ?
Isso já é um tema para um outro blog.
PP
Fe..
ResponderExcluirSer unico é ser uma massa que em conjunto é capaz de mudar as atitudes e o pensamento.
Escrevi um texto destes num papel, numa agenda...
Mas deixo este texto sendo somente teu...
Apesar de ter sido motivada... enfim... deixa pra lá.... :)
BEIJOS
É bom saber que o mundo não está perdido.
ResponderExcluirConcordo plenamente com você Fernando.
Abraço. Parabéns.